quinta-feira, 18 de novembro de 2010

Primeiras Poesias Autorais



Queria eu desenhar teu corpo,
Afagar teus cabelos,
Murmurar ao teu ouvido, doces palavras
Mas como posso ousar tais atos
Se nem mais vejo tua face

Digo amar-te, mas não te decifro.
Conheces um amante incapaz de descrever a amada?
Apresento-me então.
Amo-te e desejo-te e busco-te...
E para sentir-me próximo a ti, brinco.

Tu te teces do lindo,
Tens um pouco do berço,
E podes ser o fim da ansiedade.
Tu és assim, sem definição.
Tu és assim, minha grande paixão.




Título: Liberdade

Um comentário:

Marcos Paulo Souza Caetano disse...

Prender-se a liberdade. Amar, apaixonar-se. E não entender essa liberdade.