Ando vagando com mais pensamentos do que razão, mas razão não devia ser pensamento?
Não tenho mais certeza.
Parece que a Era da Informação tem como principal objetivo levar-nos a mais ilógica loucura, sem compreender nem mesmo o que há de mais constante em nós, nossos sonhos.
Sinto como se vagueasse em terreno que já foi meu, procurando alguma coisa que me lembrasse os bons tempos. Tenho todas as lembranças, mas nenhum presente, nem mesmo um velho medalhão que possa manter vivas as imagens que me aquecem na noite antes de mergulhar em sono profundo.
Vejo as carcaças do passado jogadas e percebo o quanto gosto de viver nas lembranças, o quanto viro meus olhos, fujo ao invés de encarar o presente que já tanto gostei de cantar.
Viva o presente, diz a razão, mas não é mais ela que está no comando.
É o medo e a saudade que falam...
E a frase que um amigo me diz oscila entre os pensamentos, como um guia ou uma corrente...
"Dádivas não concedem direitos"
quarta-feira, 19 de março de 2008
segunda-feira, 17 de março de 2008
Postagem Inicial
O estrangeiro chegou neste mundo de letras e confusões
De conceitos partidos e repartidos
Com as manhas da dança do outro mundo
Aquele da lógica e dos números.
Pegava a repetição por erro de imprecisão.
Fazia da metáfora a falta da fatoração
Pregava que generalização era, para estatística, uma traição
Cantarolava o subjuntivo, duas bolinhas e um tracinho...
Explicou com um delta, o mito e a mitificação
Integrou a mistificação e descobriu todo mistério
Multiplicou as palavras e encontrou o texto.
Somou os conceitos e achou a moral.
Logo o estrangeiro, fez-se mais nacional
Que o somatório faz a integral.
Às vezes, parece que esqueceu do concreto
Mas lá se está ele, pregando o que julga correto.
Marcella Facó
Se você tivesse acreditado nas minhas brincadeiras de dizer verdades, teria ouvido verdades que teimo em dizer brincando. Eu falei muitas vezes como um palhaço, mas nunca desacreditei da seriedade da platéia que sorria. (Charles Chaplin)
A vida é uma peça de teatro que não permite ensaios. Por isso, cante, chore, dance, ria e viva intensamente, antes que a cortina se feche e a peça termine sem aplausos.
(Charles Chaplin)
"Quanto mais fundamente penso, mais
Profundamente me descompreendo.
O saber é a inconsciência de ignorar... "
Fernando Pessoa
De conceitos partidos e repartidos
Com as manhas da dança do outro mundo
Aquele da lógica e dos números.
Pegava a repetição por erro de imprecisão.
Fazia da metáfora a falta da fatoração
Pregava que generalização era, para estatística, uma traição
Cantarolava o subjuntivo, duas bolinhas e um tracinho...
Explicou com um delta, o mito e a mitificação
Integrou a mistificação e descobriu todo mistério
Multiplicou as palavras e encontrou o texto.
Somou os conceitos e achou a moral.
Logo o estrangeiro, fez-se mais nacional
Que o somatório faz a integral.
Às vezes, parece que esqueceu do concreto
Mas lá se está ele, pregando o que julga correto.
Marcella Facó
Se você tivesse acreditado nas minhas brincadeiras de dizer verdades, teria ouvido verdades que teimo em dizer brincando. Eu falei muitas vezes como um palhaço, mas nunca desacreditei da seriedade da platéia que sorria. (Charles Chaplin)
A vida é uma peça de teatro que não permite ensaios. Por isso, cante, chore, dance, ria e viva intensamente, antes que a cortina se feche e a peça termine sem aplausos.
(Charles Chaplin)
"Quanto mais fundamente penso, mais
Profundamente me descompreendo.
O saber é a inconsciência de ignorar... "
Fernando Pessoa
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