quinta-feira, 13 de novembro de 2008

Cai sobre mim
Uma tempestade de verdades.
Sinto meu fim
Por excesso de sobriedade.
Percebo o drama intenso.
Jogo-me feito lenço
ao vazio dos meus pensamentos
buscando saída mais correta
Talvez até assumisse nova meta.

4 comentários:

Thiago César disse...

"sinto meu fim
por excesso de sobriedade"

mui belo!

Paulo Henrique Passos disse...

Um excesso de sobriedade que enlouquece. Realmente, saõ tantas imposicões, verdades...

É como se a criatura do poema descansasse, parasse para pensar melhor, podendo até mudar de idéia.

Quanto à relação entre a imagem e o texto, não entendi.

CA Ribeiro Neto disse...

Feliz é quem, nesse contexto, busca a saída mais correta. Quem assume nova meta, tem grande possibilidade de ser grande.


Na foto, é você? Se não for, parece!

Quanto ao seu comentário em meu blog:
As vezes me acho romântico, as vezes o inverso. Talvez isso seja característica de romântico não assumido! hehehehehe

Nesse segundo capítulo eu só trabalhei com a visão do Mário, porque no terceiro será só na visão dela.

Beijos, estou com saudades!

Ramon de Alencar disse...

...
-É verdade, extrema lucidez cega, e às vezes é assassina...