Um suspiro de uma alma inquieta tentando libertar um furacão.
quinta-feira, 13 de novembro de 2008
Cai sobre mim Uma tempestade de verdades. Sinto meu fim Por excesso de sobriedade. Percebo o drama intenso. Jogo-me feito lenço ao vazio dos meus pensamentos buscando saída mais correta Talvez até assumisse nova meta.
Feliz é quem, nesse contexto, busca a saída mais correta. Quem assume nova meta, tem grande possibilidade de ser grande.
Na foto, é você? Se não for, parece!
Quanto ao seu comentário em meu blog: As vezes me acho romântico, as vezes o inverso. Talvez isso seja característica de romântico não assumido! hehehehehe
Nesse segundo capítulo eu só trabalhei com a visão do Mário, porque no terceiro será só na visão dela.
4 comentários:
"sinto meu fim
por excesso de sobriedade"
mui belo!
Um excesso de sobriedade que enlouquece. Realmente, saõ tantas imposicões, verdades...
É como se a criatura do poema descansasse, parasse para pensar melhor, podendo até mudar de idéia.
Quanto à relação entre a imagem e o texto, não entendi.
Feliz é quem, nesse contexto, busca a saída mais correta. Quem assume nova meta, tem grande possibilidade de ser grande.
Na foto, é você? Se não for, parece!
Quanto ao seu comentário em meu blog:
As vezes me acho romântico, as vezes o inverso. Talvez isso seja característica de romântico não assumido! hehehehehe
Nesse segundo capítulo eu só trabalhei com a visão do Mário, porque no terceiro será só na visão dela.
Beijos, estou com saudades!
...
-É verdade, extrema lucidez cega, e às vezes é assassina...
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