Em teus olhos não vejo o tema
Que me faz poeta,
Mas em teus lábios
Encontro meu Conto de Fadas.
Mentira ou ilusão
Não reconheço mais minha razão
Talvez não haja explicação
E tudo seja capricho meu
Sinto teu corpo tocar o meu
As flores que me deste
São douradas como o Sol
Mas não bilha o sorriso meu
A letra que carrego
Não é o T que o povo espera
Mas um D que me condena
A uma ala que desprezo
Mas pobre é o meu dicionário
Na letra que o define
Perseverança se faz sem esquerda
Nesse jogo sem perdedores
Joga teus dados, meu caro
Que sem razão vou por instinto
Instinto lógico e Natural
Que corre nas veias de quem é amante da Rosa
Marcella Facó
Um ano depois e a mensagem chega ao destinatório, já não tem mais cor, já não tem mais gosto... mas ainda era uma mensagem encaminhada...
3 comentários:
depois kero saber dessa historia direito, hein!
:P
Poesia com confecionalismo, pelo que vejo. Não entendi o verso do T. xD Se quiser me explicar. Estou participando também do Blog de Quinta.
Sobre o poema: é parecido como muitos de amores. Não vejo má qualidade nele. É agradável de ler.
Mas será o destinatário, um leitor do seu blog? hehehehe
Vejo um meio-confecionalismo. É, mas podia não ser, entende?
hehehe
Boa poesia, Marcella!
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