quinta-feira, 25 de setembro de 2008

Tela em branco

Em teus olhos não vejo o tema
Que me faz poeta,
Mas em teus lábios
Encontro meu Conto de Fadas.

Mentira ou ilusão
Não reconheço mais minha razão
Talvez não haja explicação
E tudo seja capricho meu

Sinto teu corpo tocar o meu
As flores que me deste
São douradas como o Sol
Mas não bilha o sorriso meu

A letra que carrego
Não é o T que o povo espera
Mas um D que me condena
A uma ala que desprezo

Mas pobre é o meu dicionário
Na letra que o define
Perseverança se faz sem esquerda
Nesse jogo sem perdedores

Joga teus dados, meu caro
Que sem razão vou por instinto
Instinto lógico e Natural
Que corre nas veias de quem é amante da Rosa


Marcella Facó

Um ano depois e a mensagem chega ao destinatório, já não tem mais cor, já não tem mais gosto... mas ainda era uma mensagem encaminhada...

3 comentários:

Thiago César disse...

depois kero saber dessa historia direito, hein!
:P

Hermes disse...

Poesia com confecionalismo, pelo que vejo. Não entendi o verso do T. xD Se quiser me explicar. Estou participando também do Blog de Quinta.
Sobre o poema: é parecido como muitos de amores. Não vejo má qualidade nele. É agradável de ler.

CA Ribeiro Neto disse...

Mas será o destinatário, um leitor do seu blog? hehehehe


Vejo um meio-confecionalismo. É, mas podia não ser, entende?
hehehe


Boa poesia, Marcella!