quinta-feira, 2 de abril de 2009

Ébrios Delírios

Cortem-lhe as asas, senhores!
Sorrisos Superficiais
Não são poetas marsupiais,
São carnes e amores,
São essas falsas dores
Que não passam de um clichê,
contado pela fazedora de crochê
Que vive de seus nós,
Que alimenta sua foz
Com desejos e percevejos.

3 comentários:

Ramon de Alencar disse...

...
-Tu me surpreendes...

CA Ribeiro Neto disse...

Gostei da poesia. Mas sorrisos superficiais não podem ser poetas?

Thiago César disse...

caralho, viagem hein...