quinta-feira, 27 de agosto de 2009

Rabiscando

Reconheço-me sob euforia
Da sorte e graça em alegoria
Quero brnicar com o branco
Quero abrir-me ao dourado
Quero sentir o beijo franco
Da conquista do que foi desejado.

...

Dedos cruzados
Afirmativas impensadas
Idéias declaradas
Prdicativos, cativos, nativos
Tudo sem sentido
E um doce sorriso...

Que saudade desse sorriso!

7 comentários:

Thiago César disse...

parece bom, mas cuidado hein!
hehehe...

Pedro Gurgel disse...

que saudade dessa poesia!
dessa poetisa!
dessa amiga,
quase menina:
mulher tão linda!

Paulo Henrique Passos disse...

Duas situações diferentes, talvez opostas, a da 1ª e da 2ª estrofes.
O ar da primeira, muito alegre, eufórico mesmo, que é seguido de um ar denso, dsesperado. No meio, algo que não foi dito por não ser um extremo - de alegria ou trisreza.

CA Ribeiro Neto disse...

Não vejo como alegria e tristeza, vejo como o antes, a hora da conquisa; e o depois, a hora da saudade.


Dois momentos imprescindíveis num relacionamento.

A moça da flor disse...

adoro essa brincadeiras com as cores! Adoro cores! Observá-la ver a tênue mudança de um tom pra outro num céu por exemplo.

me rendeu bons sentimentos essa poesia!

Beijos

Ramon de Alencar disse...

...
-Sim, deve-se persistis, e que o cuidado fique com os cuidadosos...

Freddy Costa disse...

Como é bom o beijo da conquista do que foi desejado...