Um suspiro de uma alma inquieta tentando libertar um furacão.
sábado, 27 de junho de 2009
Brita, areia, cimento, água
Hora de vida nova Sem jogar a velha fora Tirar as cortinas Mudar as roupas Lava a louça Vira a louca Chora, grita, lava a alma Foge, esconde, mata o tempo Levanta, corre, pega o cimento Concreto não se faz só de pedras
4 comentários:
Boa poesia, e bem apropriada, Marcella!
Beijos, continue mesmo!
Bem, digamos, frenética, impulsionante mesmo; rápida e seca, como a areia.
o bom da vida é o dom de recomeçar, fazer de novo, de repensar!
Gostei muito da poesia!
Beijos!
boa sorte!
;)
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