sábado, 27 de junho de 2009

Brita, areia, cimento, água



Hora de vida nova
Sem jogar a velha fora
Tirar as cortinas
Mudar as roupas
Lava a louça
Vira a louca
Chora, grita, lava a alma
Foge, esconde, mata o tempo
Levanta, corre, pega o cimento
Concreto não se faz só de pedras

4 comentários:

CA Ribeiro Neto disse...

Boa poesia, e bem apropriada, Marcella!

Beijos, continue mesmo!

Paulo Henrique Passos disse...

Bem, digamos, frenética, impulsionante mesmo; rápida e seca, como a areia.

A moça da flor disse...

o bom da vida é o dom de recomeçar, fazer de novo, de repensar!
Gostei muito da poesia!

Beijos!

Thiago César disse...

boa sorte!
;)