A fragilidade da felicidade me incomoda.
O quanto as frustrações relacionadas aquilo que valorizamos são capazes de nos afetar.
Aí eu sinto uma vontade de não valorizar mais nada, de secar, de virar palha, como li no livro hoje.
Nem mesmo amar, porque ele é uma dádiva, mas também uma armadilha.
É um exagero, uma forma exagerada de expulsar a dor. É como dar-se um tapa na cara para acordar, a dor nos desperta para a ridicularia da atitude.
Olhando o exagero das minhas palavras, consigo me retratar para mim mesma mais real, menos exagerada, menos passional e continuar sendo capaz de amar.
Um comentário:
Eu sempre acabo achando que a culpa é minha, que eu fiz algo de errado, derrubei a felicidade no chão e ela era de vidro, quebro, não cola...
Também não gosto dessa fragilidade...
Um grande abraço,
Fau F.
Postar um comentário