segunda-feira, 21 de novembro de 2011

Palavras, livros, ar, vida

Acordei com ares de leitora.
Cercada por vidas e olhares, com o mundo em câmera lenta, até mesmo esse simplório dedilhar, parece dizer-me algo.

Acordei nos braços de Benjamim Moser, sem que ele ao menos saiba disso, enquanto narrava-me com firmeza a história de Clarice, uma história com H, mas que não duvido, perca a letra de vez em quando.

Depois fui dar as mãos a Quino e admirar sua Mafalda, como me fez rir a pequena, mas não me tirou a introspecção que ler, ouvir, falar de Clarice Lispector implanta em mim.

Os textos dela me ensinam uma nova forma de me enxergar...

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